Clássicos BMSA: Elliott Smith

Domingo, para muitos o único dia pra dar uma arejada nas ideias e ficar a toa, de pernas pro ar. O utópico “Direito à preguiça!” Todo domingo, um clássico pra você colocar em alto e bom som e se jogar por completo dentro da música.

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Elliott Smith é um dos grandes singers/songwriters dos últimos 25 anos nos Estados Unidos e é um dos prediletos deste blog.

Dono de uma discografia impecável, Smith foi cria típica do rock independente estadunidense dos anos 1990 e, não por acaso, é um dos artistas mais incensados por fãs (como no site de fãs Sweet Adeline) e por seus pares (reverenciado em tributo musical, inclusive). Seu primeiro projeto a chegar a um disco, o grupo Heatmiser, foi mais um dos inúmeros grupos pegando pesado na estética grunge que reverberava em Seattle, mas seu nome na história começou a ser gravado com seu álbum de estreia, Roman Candle, banhado na estética lo fi noventista. Apesar do álbum, Smith disse: “Eu pensei que minha cabeça seria arrancada assim que o álbum saísse porque, naquela época, era completamente o oposto da onda Grunge que estava tão popular… O negócio é que o álbum foi muito bem recebido, o que foi um completo choque, e o que acabou com o Heatmiser, infelizmente”

Seu flerte com a fama veio em 1996, ao concorrer ao Oscar de Melhor Canção Original com “Miss Misery”, presente no filme Gênio Indomável, de seu amigo Gus Van Sant.

Criei uma PLAYLIST COM 16 CANÇÕES de Smith que vocês podem ouvir abaixo. Recomendo também o texto apresentando uma lista de raridades do compositor bem bacana e um texto de fã – em português – que sintetiza os pontos altos de sua carreira. Como bônus, o curta do cineasta Jem Cohen apresentando Elliott Smith. Bom domingo!

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