E Zás #41 – Zapatistas nas eleições, Funk em revista e Dirty Projectors

  1. E o zapatismo chegou na via eleitoral no México? Rendição? Tática política? Erro fatal? Quando o assunto é zapatismo nada é tão claro assim:

    “Agora nossas irmãs e irmãos das organizações, bairros, nações, tribos, e povos originários, organizados no Congresso Nacional Indígena, decidiram gritar seu JÁ BASTA.
    Decidiram que não vão permitir que se siga destruindo nosso país.
    Decidiram não deixar que o povo e sua história moram pela enfermidade que é o sistema capitalista.
    Um sistema que, em todo o mundo, explora, despoja, reprime e desprecia aos seres humanos e à natureza.
    O Congresso Nacional Indígena decidiu lutar para sarar nossos solos e nossos céus.      E decidiram fazê-lo pelos caminhos civis e pacíficos.
    Suas causas são justas, inegáveis.
    Quem lhes questionará agora o caminho que elegeram e ao que nos estão chamando a todas, a todos, a todos(as)?

    Leia a declaração inteira, em português, aqui.

  2. Funk, rolêzinho, “fluxo”, criminalização e discriminação: tudo numa publicação exclusiva do Centro Cultural da Juventude de São Paulo, resultado de um encontro sobre Funk. Recomendadíssimo e pode ser acessado aqui.
  3. Dirty Projectors é uma banda DESDE SEMPRE das prediletas deste blogueiro! Tá chegando álbum novo e o primeiro single promete mais um álbum PURO OURO! Fiquem de olhos bem abertos, fellas!

 

TRILHA SONORA
Poison Girls – Statements (box 4 CDs com discografia completa)
Poison Idea – Ian Mackeye
No Thanks! The ’70s Punk Rebellion (box 4 CDs)
Cold Heat Heavy Funk Rarities 1968-1974, Vol. 1
Dexter – Flor de Lótus
Marli – Desova
EXAUSTA – Rave da morte
Cidadão Instigado – O Ciclo Da Dê.Cadência
HAB – pessoas não

 

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Um pensamento sobre “E Zás #41 – Zapatistas nas eleições, Funk em revista e Dirty Projectors

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