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Pensar o Brasil: Paulo Arantes

Iniciando mais uma pequena série aqui no blog, desta vez dedicada a divulgar grandes pensadores que vem tentando decifrar aspectos desse país que, definitivamente, não é pra principiantes.

Pra inaugurar a série, começo com um filósofo contemporâneo que faz minha cabeça e se dedica com afinco a tentar achar chaves possíveis pra interpretar a realidade atual: Paulo Arantes. Filósofo, professor aposentado do Departamento de Filosofia da Universidade de São Paulo (USP), onde lecionou entre 1968 e 1998, publicou, entre outros, Hegel: a ordem do tempo (1981), Ressentimento da dialética (1996), Zero À Esquerda (2003, que tive o prazer de editar) e Extinção (2007). Coordenador da coleção Estado de Sítio da Boitempo, colaborou com O que resta da ditadura: a exceção brasileira, organizado por Vladimir Safatle e Edson Teles, com o ensaio “1964, o ano que não terminou”. Seu último livro, O Novo Tempo do Mundo, é uma obra capital pra querer pensar com profundidade e fôlego o mundo atual (SEMANA QUE VEM NA SÉRIE: CELSO FURTADO).

Aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, e, por fim, aqui, luminosas contribuições sobre temas atuais brasileiros.

Abaixo, uma coleção de intervenções públicas do filósofo. Já adianto: o papo é denso, um tópico puxa o outro de forma incessante e não é pra fulaninho que reclama de ‘textão” de Facebook. Papo maduro mesmo, sem cascata.