Gog

E Zás #25 – O Que Rola Por Aí

1. “Homenagem do rapper GOG à Espertirina Martins, jovem anarquista que com 15 anos fez recuar a cavalaria da Brigada Militar, na avenida João Pessoa, em Porto Alegre, com um buque de flores que camuflava uma bomba feita para a defesa dxs lutadores na greve geral de 1917 conhecida como a greve do Braços Cruzados.” (via perfil da Biblioteca Terra Livre no facebook)

 

 

2. Transporte público no Brasil, via de regra, é caro e ineficiente. Que o diga quem mora em São Paulo. Maior linha de ônibus da capital paulistana percorre 103,3 km em seis horas e é chamado de “Rainha da Madrugada”. Detalhe: tem apenas quatro horários. Não é hora de passe livre ser levado a sério?

3. Função RHK, um dos grupos mais subestimados do século XXI (lançaram um álbum irrepreensível chamado Eu Amo Você), soltou esse som novo, “A História das Formigas”, no melhor pique loucos maloqueiros da Z.O. Curti altos.

 

 

4. Imagine explicar a 2ª Guerra Mundial aos seus alunos via facebook, como se os países e personalidades envolvidas fossem perfil da rede social? AGORA VOCÊ PODE!

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'Música negra da pesada, bebê!"

‘Música negra da pesada, bebê!”

5. Não serão só os Racionais MC’s a se apresentar no palco da praça Júlio Prestes da Virada Cultural 2013. Segura as novidades: a lenda do funk  George Clinton com sua P-Funk All-Stars e um nome de peso do hip-hop estadunidense dos anos 1990, o duo Black Star (Mos Def, hoje Yasin Bey, e Talib Kweli).  

 

Steve Albini preocupado com a calcinha dela...

Steve Albini preocupado com a calcinha dela…

 

 

6. Juventude fã de música indie, uma fração da classe média caucasiana sofredora, agora se ver como alguém distinto e elevado em relação ao resto do mundo. Bastou uma revista de playboy estadunidense esmiuçar a vida particular da ex-Sonic Youth Kim Gordon (boy + gringo + banda mainstream metida + caucasiana = êxtase indie!) pra galera aqui se comportar igual leitor de revista Caras. Não pude deixar de lembrar dessa “deselegância” do senhor Steve Albini e companhia, “Kim Gordon’s Panties”…

 

7. Lembro quando eu e meu chapa Pedro Pezinho começamos a criar o mito literário africano Francisco Munanga. Era um autor que todo culturete antenado TINHA que ter lido. Sobretudo o clássico Rio de Baunilha. Parece que o Jimmy Kimmel pegou o espírito da coisa e aplicou com a galera descolada no Coachella. (via Dangerous Minds)

 

8. Nunca ouviu Omara Portuondo? Tá vacilaaaando, joe!