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E… Zás!! #18 – Uma geral no que anda rolando!

1. Lutador peso-pesado Matt Mitrione foi suspenso do UFC após ofender atleta transexual Fallon Fox. O que penso sobre isso? Por enquanto, MMA >>>> Comissão dos Direitos Humanos sob direção do pastor Feliciano. RA!

E na luta política o universo em torno do MMA tem muito a ensinar ao Brasil e o mundo, como havia tratado neste post anterior.

2. Como este escriba já suspeitava, o avô dessa descontração do frenético e onomatopaico “lekleklek” do funk carioca é o grande Zeca Pagodinho. Tamanha sacada só poderia ter um lastro nobre. Obrigado ao Lauro Mesquita do grande Blog do Guaciara pela lembrança:

 

3. MV Bill resolveu explicitar a esgrima verbal entre um casal no seu som “Estilo Vagabundo”. Só que a brincadeira rendeu tanto assunto e realmente é tão envolvente, que chegamos à “Estilo Vagabundo 3” ainda querendo saber o que ele vai dizer sobre o assunto – novamente acompanhado da MC Kmilla. A produção é do incansável DJ Caique e é a primeira faixa liberada de seu EP Vivo/Monstrão, a ser lançado em maio. sente o drama do vagabundo querendo dar a volta na gata.

 

 

4. Meu fascínio com os bate-bolas cariocas já havia sido esboçado anteriormente aqui no blog, rendeu uma pequena reportagem na VICE e ainda vai dar mais assunto, aguardem. O importante é que me chamou a atenção este universo não ter dado grande ficção no país e, no meio do processo todo, descubro o projeto CLAUN, multimídia, que chegou LINDO DEMAIS em um filme em 3 partes que já está na rede. Só esse filme já merece mais prosa. Pode ir sem medo!

<p><a href=”http://vimeo.com/62042961″>CLAUN : OS DIAS AVENTUROSOS DE AYANA – CAP. 3 – “A REUNIÃO DAS MÁSCARAS”</a> from <a href=”http://vimeo.com/user6328587″>Felipe Braganca</a> on <a href=”http://vimeo.com“>Vimeo</a>.</p>

 

5. Já havia escrito em outro momento sobre o quão foda eram as HQs do Pedro Franz. E agora ele deu pra entrevistar outros artistas fodas, como argentino Ciro Berliac – que ilustra a entrada deste post.

“Ciro Berliac é argentino e autor das HQs Rachas, 5 para el escolaso, Cien Volando e Devil got my woman (este último com roteiro de Damián Connelly), além de inúmeros zines e histórias curtas publicadas em um monte de antologias massas de diversos países. No Brasil, participou de Ensaio do Vazio, do projeto Gazzara e nas revistas Café Espacial eBeleléu. A conversa aconteceu em espanhol, pelo chat do skype, no dia oito de fevereiro de dois mil e treze”.

O restante você lê aqui!

 

6. Times latino-americanos tentam resgatar espírito democrático do futebol em Copa Amadora Alternativa. Mais uma aventura internacional do meu time de várzea do coração, o Autônomos FC. Nunca é demais lembrar como futebol pode ser legal para além da cantilena dos locutores de TV e de ser um preâmbulo pra vender cerveja.



7. Belo texto no blog do Instituto Moreira Salles sobre as questões que vieram a tona com a construção do Museu de Arte do Rio (MAR).

 

“Há que ser dito: o Museu de Arte do Rio (MAR) é um recém-nascido deveras contraditório. Não é por menos que duas posturas diametralmente opostas venham polarizando sua recepção. Por um lado, opositores ferrenhos caracterizam o museu como uma mera locomotiva da especulação imobiliária, da qual a arte e os artistas ali expostos seriam nada mais que engrenagens. Por outro, uma parcela significativa do meio de arte só vê em sua inauguração motivos para brindar (não que eu tenha objeções à afirmação ‘é importante que tenhamos um museu’; o problema é quando isso se transforma em ‘o importante é que temos um museu’). Em ambos os casos, o erro é o mesmo: determinar o valor do todo (a significância do MAR para a cidade) a partir de apenas uma de suas dimensões”.

Leia o restante aqui.

 

8. A Casa do Mateus na bela Cabo Frio, Rio de Janeiro, é o primo menos queridinho da cena indie da Casa do Mancha em São Paulo. O que rola de fato é uma programação tão empolgante quanto à do primo hypado. Um exemplo é essa apresentação intimista da Driving Music, atual veículo do mestre Fabio Andrade para expor suas pensatas e crônicas em roupagem a dar inveja a um Robert Pollard.