Foto linda né? Só que não!! Continue lendo...

E… Zás!! #15 – Uma geral no que anda rolando!

Pois é, o recesso de carnaval foi mais longo do que imaginava. Mudanças mil  – de endereço, de CNPJ, de hábitos alimentares etc etc.

Tanto tempo parado merecia logo um Zás… pra botar as novidades em dia. É como diz aquela banda lá, “adivinha quem tá de novo na área?” SEGURA!

 

1. O Chico Dub fazendo juz ao apelido mandou a primeira parte de uma lista com discos essenciais do dub! Pra quem não sabe, Chico é um dos responsáveis pelo festival de música mais incrível do Brasil, o Novas Frequências. Tá tudo ali – inclusive com áudios de faixas dos álbuns. Agora é anotar, procurar os discos na net e fogo na bomba!

 

2. Essas obras hiperrealistas nem sempre dão em boa arte – na real, acho que a proporção acaba sendo até negativa atualmente -, mas fiquei impressionado com o trabalho desse italiano Diego Fazio.  A ilustração que abre o post (achou que era fotografia hein?) é um bom exemplo de meticulosidade da fera e, pra falar a verdade, eu sempre me impressiono com a energia gasta numa obra dessas. Descobri o trabalho dele no site da revista Zupi.

 

3. Fiquei positivamente impressionado com as colagens (veja abaixo!) do goiano Agorero. O som que o fera faz também é INCRÍVEL – tendo até alguma similaridade no espírito geral da coisa com produções da galera de Pouso Alegre. O seu álbum Dodo tá inteiro pra baixar no bandcampdo maluco!

 

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4. O Fred Coelho divulgou esses dias em seu facebook a existência de um artigo antigo dele, publicado na revista Acervo do Arquivo Nacional,  que ilumina e muito a relação do Rio de Janeiro com a produção musical das classes “inferiores”. Recomendo a leitura do artigo “Espaço Urbano e Música Popular no Rio de Janeiro – Diálogos e Conflitos”.

5. Numa época que a cultura new age / espiritualista parece ter tomado de assalto a música (da mais mainstream até a mais underground) o Dead Prez chega bonito com esse som. Vejam até o fim, pfv.

 

 

6. Nestes tempos sombrios onde a religião solapa a já parca laicidade do Estado brasileiro, e pra homenagear minha amiga Renatinha Castro que tá morando na Irlanda, lembrei dessa sátira fantástica do Monty Phyton à falta de sentido de dogmas cristãos. Cante com a gente, “todo esperma é sagrado” e viva a AIDS e a explosão demográfica!

 

7. A Thaís Gullin chegou cheia de ideias nesse single de seu próximo álbum. Mas a falta de jeito é tão evidente que fica-se com a impressão de um elefante dentro de uma sala de cristais. Ainda assim, fico curioso para ouvir o álbum todo. E vocês?