riot folk

Silêncio = Morte – I

Morgão, seu fanfarrão lindo…

[a partir de hoje e inspirado no polêmico – e estúpido – comentário do Morgan Freeman sobre como acabar com preconceitos, este blog vai publicar trabalhos de provocadores, agitadores, baderneiros, iconoclastas, enfim: de gente que transformou em arte o ato de ir aonde há silêncio e dizer alguma coisa. SIGAM-ME OS BONS!]

Pra começar a série com sangue e energia ultra-jovem, nada melhor que a música folk de protresto contemporânea vinda dos Estados Unidos tcc Império do Mal. Do lendário e incendiário Woodie Guthrie passando por artistas como Phil Ochs, Bob Dylan e até o projeto Nightwatchman de Tom Morello, a cultura estadunidense foi prenhe de cantores armados de ideias e violão.

Ethan Miller e Kate Boverman

Na ala mais radical da esquerda americana, encontramos iniciativas como o Riot Folk. O coletivo é formado por 9 artistas e a ideia éa de “um grupo de músicos dedicado à ajuda mútua e à solidariedade, enquanto cria uma voz colectiva que possa provocar, educar, desafiar e inspirar”, segundo explica Ryan Harvey, um dos artistas participantes ao IndyMedia português.

No auge do movimento anticapitalista no Brasil, durante o segundo Fórum Social Mundial, um dos artistas integrantes do coletivo Riotfolk, Ethan Miller, esteve no Brasil na qualidade de ativista do JED Collective, uma organização do Maine, extremo Nordeste dos Estados Unidos.

Neste período eu trabalhava no saudoso ICAL (Instituto de Cultura e Ação Libertária) em São Paulo e sabia que, após o Fórum em Porto Alegre, o Ethan iria passar em SP e armei um concertinho pra ele lá. Quem viu, curtiu!

Violões que matam fascistas!

Aqui você pode baixar todos os álbuns dele solo ou em parceria com Kate Boverman. Abaixo, duas músicas lindas no youtube.